domingo, junho 17, 2018

    Prefeitura de Cuitegi abrirá concurso com 78 vagas

    A Prefeitura Municipal de Cuitegi, Região Agreste Paraibano, vai abrir concurso público com vagas para os níveis fundamental, médio e superior.  Ao todo serão 78 vagas em todas as áreas da administração.

    O Projeto de Lei n. 021/2018 que regulamenta a realização do concurso público encontra-se em fase de aprovação pelo Poder Legislativo.

    VAGASENSINO FUNDAMENTAL INCOMPLETO
    14AUXILIAR DE SERVIÇOS GERAIS
    6PORTEIRO
    6AUXILIAR DE LIMPEZA URBANA

    VAGASENSINO FUNDAMENTAL COMPLETO
    2AGENTE COMUNITÁRIO DE SAÚDE
    1AGENTE DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA
    3MOTORISTA CATEGORIA D
    3MOTORISTA CATEGORIA B
    1 ELETRICISTA
    3 OPERADOR DE MÁQUINAS
      
    VAGASENSINO MÉDIO COMPLETO
    1MOTORISTA SOCORRISTA
    1MOTORISTA PLANTONISTA
    1TÉCNICO AGRÍCOLA
    1TÉCNICO DE ENFERMAGEM
    1TÉCNICO DE ENFERMAGEM PSF
      
    VAGASSUPERIOR COMPLETO
    8PROFESSOR EDUCAÇÃO INFANTIL
    1PROFESSOR N2 – PORTUGUÊS
    2PROFESSOR N2 – MATEMÁTICA
    1PROFESSOR N2 – GEOGRAFIA
    1PROFESSOR N2 – HISTÓRIA
    1PROFESSOR N2 – CIÊNCIAS
    1PROFESSOR N2 – EDUCAÇÃO FÍSICA
    1PROFESSOR N2 – INGLÊS
    1PEDAGOGO
    3SUPERVISOR ESCOLAR
    2PROFESSOR DE EDUCAÇÃO ESPECIAL (AEE)
    2ANALISTA DE CONTROLE INTERNO
    1PROCURADOR JURÍDICO
    1ENGENHEIRO CIVIL
    1MÉDICO DO PSF
    2ENFERMEIRO DO PSF
    2ODONTÓLOGO DO PSF
    2PSICÓLOGO
    1NUTRICIONISTA






    Fonte:Araruna1 com 

    Créditos: .blogdofelipesilva.com


    Cássio: “Paraíba precisa estimular geração de emprego”

    Com uma atuação no Senado voltada para o desenvolvimento econômico e a criação de empregos, o senador Cássio Cunha Lima defendeu nesta sexta-feira (15) a adoção imediata de políticas públicas que estimulem a geração de oportunidades de trabalho e renda na Paraíba.
    Cássio vê com preocupação o aumento do desemprego no Estado apontado pelas estatísticas do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), do Ministério do Trabalho e Emprego. Apenas no primeiro trimestre, foram fechadas 6.210 vagas com carteira assinada no Estado, segundo o CAGED.
    “O estímulo à produção e ao desenvolvimento econômico precisa acontecer agora. Não podemos esperar o início de um próximo governo. Este é um tema que aflige as famílias paraibanas, principalmente os jovens”, afirma.
    Ainda segundo Cássio, uma medida urgente e necessária é a redução da carga tributária, para estimular o micro e pequeno empreendedor, o profissional liberal, o comércio, os serviços e a indústria.
    “O que a Paraíba precisa é de políticas públicas que estimulem a geração de empregos. Ou seja, menos impostos e mais oportunidade”.
    Fonte:Portal Midia

    Mais de 400 casos de dengue foram registrados na Capital da Paraíba

    Segundo a Secretaria Municipal de Saúde (SMS), só nos primeiros cinco meses de 2018 a capital da Paraíba apresentou 468 casos de dengue. 

    Se comparado a 2017, a tendência é que o número total de casos seja menor. No passado houveram 2.384 registros. Este ano, a estimativa é de que aconteçam 1.712 notificações em João Pessoa.

    Ainda segundo a gerência de vigilância epidemiológica da secretaria, no segundo semestre o número de casos deve aumentar, mas, de forma controlada.


    Panorama geral

    Um estudo divulgado pelo Ministério da Saúde apontam que João Pessoa possui um Índice de Infestação Predial (IIP) de 0,5% e a cada 200 imóveis, apenas um possui risco de reprodução. Na capital, a população pode denunciar focos do mosquito através dos números 0800-282-7959 ou 3214-5718. Há também o e-mail coessmsjp@gmail.com.


    Conceição Online Assessoria com PB hoje

    Projeto garante produção de uvás em alto padrão no Sertão da Paraíba

    Um projeto de pesquisa desenvolvido no Centro de Ciências Humanas e Agrárias (CCHA) da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), localizado no Câmpus IV, em Catolé do Rocha, está produzindo uvas em alto padrão, sem uso de agrotóxico e mostrado que o cultivo do produto pode ser adaptado ao semiárido e às altas temperaturas do Sertão. A sétima poda da primeira colheita da uva orgânica da variedade Isabel já está sendo feita e a perspectiva de produção é de quatro toneladas por hectare.


    O projeto foi idealizado pelo professor José Geraldo Rodrigues dos Santos. Parte da produção da videira será destinada para pequisa no Câmpus, sendo que a proposta é, futuramente, colocar a tecnologia a disposição dos produtores da região. Algumas das uvas colhidas também serão transformadas em polpas e distribuídas gratuitamente nas creches da cidade e entre a comunidade universitária.

    A produção orgânica de uvas no Câmpus IV, com uso de biofertilizantes, vem sendo feita com sucesso desde 2011, graças a um projeto coordenado pelo professor José Geraldo. A iniciativa foi conduzida pelos estudantes Alex Serafim de Lima, Francisca Lacerda da Silva, Joicy Maria Simões Vieira e Jéssica da Mota Santos, alunos da Licenciatura Plena em Ciências Agrárias. A pesquisa, que foi desenvolvida na Estação Experimental Agroecológica, teve como objetivo estudar os efeitos de doses de biofertilizante e de intervalos de aplicação na produção e na qualidade da produção da videira Isabel.

    Diretor da Escola Agrotécnica do Cajueiro, o professor Edivan Nunes explicou que a ideia é, futuramente, beneficiar os produtores da região, gerando renda e aquecendo a economia local. Edivan observou que, historicamente, Catolé do Rocha não tem o costume de cultivar uva, por entender que a cultura não é adequada ao clima quente do Sertão paraibano. No entanto, a pequisa desenvolvida pela UEPB tem mostrado que o cultivo de uva na região é viável, desde que se aplicada a tecnologia correta.

    Além de produzir uva orgânica, um dos diferenciais da pequisa é que todo o trabalho foi feito sem uso de agrotóxicos e com o desenvolvimento de uma irrigação localizada, que é a aplicação de água diretamente sobre a zona radicular das culturas, em pequenas quantidades. O projeto, vinculado ao curso de Ciências Agrárias, existe há sete anos e. além de proporcionar a cultura da uva, ainda é capaz de avaliar a qualidade da produção da fruta e a escala de pH (que indica se o meio é ácido, básico ou neutro).

    Ao todo, o cultivo conta com 210 plantas na videira, a maioria experimentais, com uma produção média de 18 quilos de uva por planta. As uvas cultivadas no Câmpus IV, pela característica própria de sua criação, apresentam um paladar diferenciado em relação a mesma fruta cultivada em outros locais. Segundo o professor José Geraldo, a uva é bem mais doce do que as disponíveis normalmente no mercado. Pela forma como é cultivada, tem uma concentração de açúcar maior. O próximo passo do projeto será o cultivo de outros tipos de frutas a partir da mesma metodologia. José Geraldo afirmou que o plantio de uvás pode gerar até duas colheitas por ano.



    Fonte:Conceição Online com Assessoria

    MPF: Prefeituras da PB terão que comprar da agricultura familiar pelo menos 30% dos produtos para merenda escolar


    José Godoy Bezerra de Souza, procurador regional dos Direitos do Cidadão (Foto: Walla Santos)

    Os 223 municípios do estado da Paraíba e o Governo do Estado devem destinar à merenda escolar, no mínimo, 30% do total dos recursos financeiros repassados pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) para aquisição de gêneros alimentícios diretamente da agricultura familiar. A recomendação é assinada pelo Ministério Público Federal (MPF) na Paraíba.
    O procurador regional dos Direitos do Cidadão, José Godoy Bezerra de Souza, disse que, por meio da Empresa de Assistência Técnica Rural da Paraíba (Emater/PB), o MPF poderá acompanhar o cumprimento desse percentual mínimo de 30% e vai instaurar procedimento e acionar judicialmente o gestor que não cumprir.
    O objetivo é assegurar a alimentação de qualidade nas escolas e a comercialização dos produtos da agricultura familiar local, garantindo o direito ao desenvolvimento com foco no escoamento da produção da agricultura familiar do Estado da Paraíba.
    “A recomendação busca facilitar e tornar factível esse dispositivo legal, exigindo que as prefeituras vejam a produção de seus municípios, antes de indicar que produtos irão adquirir da agricultura familiar”, esclareceu. Ele destaca a importância, também, de atender à sazonalidade, ou seja, conforme a época da produção, para que sejam adquiridos produtos na época certa do ano, assim como produtos regionais. “Por exemplo, aquele absurdo, prefeitura do Sertão procurar comprar da agricultura familiar e colocar morando. A gente sabe que no Sertão não se produz morango. Tem que procurar o que produz”, exemplificou.
    Os municípios devem encaminhar a recomendação aos gestores escolares e às entidades executoras do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae), informando a necessidade de seu cumprimento e realizando as diligências necessárias para que a recomendação seja efetivamente cumprida em cada escola.
    O percentual mínimo de 30% é determinado pela Lei Federal nº 11.947/2009, que dispõe sobre o atendimento da alimentação escolar e do Programa Dinheiro Direto na Escola aos alunos da educação básica.
    Municípios – Conforme a recomendação, os 223 municípios paraibanos devem elaborar editais com todas as informações necessárias para que os fornecedores formulem corretamente os projetos de venda, como tipos de produtos, quantidades, cronograma de entregas (diárias, semanal, período de fornecimento etc) e locais de entrega.
    Godoy destacou que os gestores devem dar ampla divulgação aos editais em locais que os agricultores possam ter acesso e não apenas nos diários oficiais.
    Os editais devem ter linguagem acessível aos agricultores familiares e devem ser amplamente divulgados na internet, em jornal de circulação local, por meio de rádios comunitárias, carros de som, em feiras livres, lista de endereços eletrônicos, mídias sociais e outros locais frequentados pelos agricultores. “O agricultor não lê diário oficial. Então, procure as rádios comunitárias, o sindicato, as feiras livres, que essa divulgação seja real, e não apenas formal, quando não atinge o público que tem que atingir”, disse Godoy, pedindo que as pessoas denunciem caso haja descumprimento.
    Estado – Também foi expedida recomendação à Secretaria Estadual de Educação para que adote medidas semelhantes no âmbito das escolas estaduais. As medidas, para todas as escolas (municipais e estaduais) ainda incluem a elaboração de cardápios regionalizados, considerando o perfil produtivo dos municípios onde as escolas estão localizadas. Os cardápios devem incluir, prioritariamente, os gêneros produzidos pela agricultura familiar no município ou, se não for possível, no território no qual ele se insere, considerando, ainda, a sua sazonalidade.
    Estado e municípios devem utilizar o sistema de controle dos aportes municipais do Pnae, disponibilizado no endereço eletrônico http://www3.emater.pb.gov.br/pnae/, informando, mensalmente, o valor recebido do Fundo Nacional de Educação e o valor adquirido da agricultura familiar, dando maior transparência à execução do Pnae no Estado e municípios.
    Emater – À Empresa de Assistência Técnica Rural da Paraíba (Emater/PB), o MPF recomendou que mantenha a perfeita funcionalidade do Sistema de Controle dos Aportes Municipais e Estadual do Pnae; promova o acompanhamento técnico aos agricultores familiares fornecedores do Programa de Alimentação Escolar; disponibilize em seu site um espaço para publicação dos editais municipais e estaduais de chamada pública do Programa;  realize anualmente a estimativa de produção por município e acompanhe, mensalmente, nos 223 municípios da Paraíba e nas escolas de responsabilidade da Secretaria Estadual de Educação, quais municípios e escolas estão cumprindo o que dispõem as recomendações do Ministério Público Federal.  A Emater deve informar, mensalmente, ao MPF, quais escolas e municípios descumpriram a recomendação.
    Conforme o diretor técnico da Emater, Vlaminck Saraiva, já existe uma ferramenta à disposição da sociedade que é o portal da Gestão Unificada, onde há um espaço em que municípios e escolas podem lançar os editais. “Lá tem informações sobre toda a política pública do Pnae, a legislação, tem levantamento da produção, onde existe a produção, quais os produtos, uma série de informações que dão total subsídio para os gestores lançarem os editais”, explica o diretor.
    Vlaminck Saraiva informou como funciona o processo de acompanhamento dos editais: “nós detectamos no nosso portal quais foram os editais lançados e quando vemos que um município ou escola não fez o lançamento do edital, a gente aciona o nosso técnico que está lá no município para que ele dialogue com o gestor e o edital seja lançado”, explicou. “O nosso papel é o de informar e educar e esse processo só está tendo sucesso porque todos estão fazendo a sua parte”,  destacou o diretor técnico da Emater.
    Descumprimento da lei – Ao expedir as recomendações, o Ministério Público Federal levou em consideração que grande parte das Entidades Executoras do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação do Estado da Paraíba não têm cumprido o requisito de aplicação mínima de 30% dos recursos repassados pela União em compras de produtos da agricultura familiar para a merenda escolar.
    Além disso, conforme constatou o MPF, os agricultores familiares têm relatado diversas dificuldades para atender à política pública, entre as quais destacam a sua burocratização, a falta de informações acerca do edital; a sazonalidade da produção – o que reflete na escassez da oferta de produtos ao Programa e falta de inspeção para os produtos minimamente processados, o que dificulta também a comercialização.
    clickpb

    Mudanças na venda do etanol podem baratear preço, diz Asplan


    (Foto: Divulgação)

    Os senadores aprovaram na última terça-feira (12) a urgência na tramitação do projeto de decreto legislativo que autoriza o produtor de etanol a vender o produto diretamente aos postos de combustíveis.
    Essa proposta, defendida por várias entidades ligadas ao setor sucroalcooleiro, entre elas, a União dos Produtores de Cana do Nordeste (Unida), suspende o artigo 6º da Resolução 43/2009, da Agência Nacional de Petróleo (ANP), que obriga o produtor a vender o etanol as distribuidoras ou ao mercado externo.
    Com a mudança, a indústria teria a flexibilidade de fazer a venda diretamente para os postos o que baratearia os custos, tornando o preço do etanol nas bombas mais vantajoso para o consumidor. A perspectiva otimista é da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan). Com a urgência na tramitação, a proposta passa a constar na Ordem do Dia da próxima sessão deliberativa do Senado.
    Essa solicitação da venda direta do etanol hidratado das usinas /destilarias para os postos de combustíveis, segundo o presidente da Asplan, José Inácio de Morais, na prática, além de agilizar a entrega do produto, reduziria o preço do etanol ao consumidor, ao acabar com a intermediação das distribuidoras.
    “A legislação brasileira hoje obriga que haja essa intermediação das distribuidoras, que hoje detém o monopólio da compra e venda do álcool. Acontece que essa intermediação gera um custo adicional com a margem da distribuidora, de transporte e da carga tributária, o que causa um impacto significativo e encarece o preço final do produto que com essa venda direta seria mais acessível”, explica o dirigente canavieiro.
    O autor do projeto, senador Otto Alencar (PSD-BA), em declarações à Imprensa, coloca que a recente crise institucional causada pelas paralisações de caminhoneiros contra a alta no preço dos combustíveis fez surgir a necessidade de alterar a política de comercialização do setor. Segundo ele, a limitação imposta pela ANP “produz ineficiências econômicas ao impedir o livre comércio através da venda direta entre produtores de etanol e postos de abastecimento”.
    A proposta de revogar a proibição, explica José Inácio, não tira da cadeia comercial as distribuidoras. “A proposta é criar uma alternativa dos postos adquirirem o etanol, tanto das distribuidoras, quanto das usinas e das destilarias, incrementando a concorrência do mercado de combustíveis e, consequentemente, a redução no preço do produto para o consumidor final”, reitera o dirigente da Unida.
    portalcorreio

    Após 4 gols anulados, Belo entrará com representação contra árbitro


    (Foto: Nadya Araújo/Botafogo-PB)

    Após o Botafogo-PB empatar em 0 a 0 com o Salgueiro, com gols que foram alegados como impedimento, na noite desse sábado (16), o vice-presidente jurídico do Belo, Alexandre Cavalcanti, informou que o clube vai entrar com uma representação contra o árbitro após os supostos erros que teriam prejudicado a equipe no estádio Almeidão, em João Pessoa.
    “A gente viu aqui alguém mal intencionado. Não é normal se anular quatro gols. O Botafogo-PB não quer privilégio de absolutamente ninguém, mas também não podemos aceitar esse tipo de coisa”, declarou Cavalcanti.
    A partida desse sábado foi válida pela 10ª rodada da Série C do Campeonato Brasileiro. Com o resultado, o time da Maravilha do Contorno chegou aos 13 pontos e ocupa a quinta posição. Na próxima rodada, o Belo vai até Recife, onde vai enfrentar o Náutico, na Arena Pernambuco. O jogo está programado para o próximo domingo (24), às 18h.
    * Adalberto Leister Filho, do R7

    Produtividade de deputados e senadores cai 24% no 1° semestre

    A luta pela sobrevivência política e a incerteza diante do cenário eleitoral deste ano afugentam deputados das atividades legislativas. Na busca por apoio nos estados de origem e por alianças para garantir uma cadeira no Legislativo a partir do próximo ano, parlamentares deixam de lado compromissos do atual mandato e provocam uma queda acentuada no número de reuniões, audiências públicas e outros eventos da Câmara. O fraco apoio popular e a crise de popularidade do presidente Michel Temer colaboram para o agravamento deste cenário.
    Levantamento realizado pela assessoria da Câmara, a pedido do Correio, revela que a produtividade dos deputados em comissões caiu 24% quando comparado ao mesmo período do ano passado. De 2 de fevereiro, data que tem início o ano legislativo, até 13 de junho deste ano, ocorreram 617 eventos, entre audiências públicas, seminários, mesas redondas e painéis. No mesmo período do ano passado, foram 817. Ou seja, houve uma queda de 200 encontros no período.
    As atividades em plenário também apresentaram redução. De 6 de fevereiro até 13 de junho de 2017, ocorreram 175 sessões deliberativas e extraordinárias. Neste ano, no mesmo período, foram 156 sessões. Entre 27 de fevereiro e 6 de junho do ano passado foram apreciadas pelo plenário 81 matérias, entre projetos de lei, medidas provisórias, decretos, entre outros. Agora, 74.
    A tendência é que, no segundo semestre deste ano, a redução na atividade legislativa seja ainda mais acentuada, por conta de eventos como a Copa do Mundo, que reduz o quórum principalmente em dias de jogos da Seleção Brasileira e das eleições gerais.
    A ausência dos parlamentares deve aumentar também em julho deste ano, quando começa o prazo para pedidos de registro de candidatura na Justiça Eleitoral. No mês seguinte, ou seja, em agosto tem início o período de campanha e o congresso praticamente para até o final do processo, em outubro. O analista político Antônio Augusto de Queiroz, do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap), afirma que a redução de participação nas comissões, pode prejudicar o atendimento às demandas da sociedade. “Ouvir a população é uma atribuição fundamental do Parlamento. A Câmara tem de que alocar recursos públicos no orçamento, legislar e debater assuntos de interesse da Nação e, para isso, é necessário ouvir o eleitor, o que ocorre por meio de audiências públicas. Mas vemos uma certa negligência nestas ações”, afirmou.
    Outro fato que também chamou a atenção nos primeiros seis meses do ano foram as operações da Polícia Federal no Congresso. Na Câmara, ocorreram pelo menos quatro ações desde 24 de abril, quando foram realizadas buscas nos gabinetes do deputado Eduardo da Fonte (DEM-RJ). No mesmo dia, o senador Ciro Nogueira (PP-PE) foi alvo de um mandado de busca e apreensão no Senado. Nessas ocasiões, é comum que parlamentares cancelem as agendas da Casa e deem prioridade para assessores e advogados, até que a situação seja resolvida e os alvos conhecidos.
    Distanciamento
    Em ano conturbado, com embates fortes em torno das reformas da Previdência e trabalhista e assuntos externos, como a greve dos caminhoneiros e denúncias de corrupção envolvendo membros do Legislativo e do Judiciário, a perda de força do governo também influenciou na rotina dos parlamentares. O cientista político Denilson Bandeira, da Universidade de Brasília (UnB), destaca que muitos parlamentares começam a se articular para garantir mais tempo no poder. “Temos um governo que chegou ao poder por meio de um processo de impedimento. Mas que enfrenta um nível de dificuldade histórico na nova democracia brasileira”, afirma.
    Os dados apresentados pela reportagem não surpreendem o professor, que avalia que existe um movimento para se distanciar do governo. “Esse número não impressiona, pois tem dois fatores, como o ano eleitoral e um governo com muitos problemas. Neste ano o custo das ações do Legislativo é muito maior que em anos anteriores”, afirmou.
    pbagora

    Ensino superior a distância cresce 712% na Paraíba em 10 anos e ajuda a mudar vidas


    (Foto: André Resende/G1)

    Maria Betânia Oliveira, 38 anos, é paraibana da cidade de Juazeirinho, no Agreste. Foi dona de casa a maior parte da vida e só conseguiu voltar para os estudos tardiamente. Empregada em 2013 como auxiliar de serviços gerais em uma faculdade particular de João Pessoa, Betânia começou um curso de graduação na modalidade de Ensino a Distância (EAD). Após se formar em gestão de recursos humanos, foi promovida e desde então trabalha na clínica-escola da mesma faculdade.
    A melhora da condição de vida de Maria Betânia é reflexo do crescimento da oferta de ensino superior na modalidade a distância no estado. Um levantamento feito pelo G1, com base nos dados coletados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), identificou que as vagas em cursos superiores de EAD cresceram 712% entre 2007 e 2016 na Paraíba.
    Os dados do Inep apontam que em 2007 existiam 992 vagas em cinco polos de EAD na Paraíba, todas em instituições públicas. Dez anos depois, em 2016, o número de vagas em cursos superiores em EAD passou para 8.059 em 77 polos, sendo 7.652 somente em instituições de ensino privadas.
    Segundo Maria Betânia, fazer um curso presencial na condição em que ela se encontrava era impossível. “Trabalhava dois turnos, tinha dois filhos para cuidar, uma casa para tomar conta. Até 2013 eu não tinha trabalhado fora de casa e meu marido era quem cuidava das contas, mas comecei a ganhar meu dinheiro e não queria parar de trabalhar. Comecei o EAD porque o horário que eu tinha para estudar era à noite e na minha casa, até porque eu já tinha notebook”, relatou.
    E foi conciliando o trabalho como auxiliar de serviços gerais e os estudos em casa, sempre das 20h às 21h30, que Maria Betânia conseguiu concluir o curso e alcançar um diploma de ensino superior. Qualificada profissionalmente, familiarizada com os dispositivos eletrônicos e agora com a autoestima recuperada, Maria comenta que foi preciso muita força de vontade para driblar os obstáculos e concluir o curso.
    “É normal sentir dificuldade no início, principalmente no meu caso, que não mexia muito em computador. Fui pedindo ajuda aos colegas de trabalho, tirando dúvidas e aprendendo o conteúdo e a usar o computador”, explicou Maria Betânia.
    A rotina de estudos transformou a rotina dentro de casa. Maria Betânia contou que ao vê-la estudando todos os dias no computador, seus dois filhos, atualmente com 15 e 9 anos, começaram a estudar à mesa com ela. Era o momento em que ela também aproveitava para ficar próxima da família.
    “Eu passava o dia fora trabalhando, então o horário do estudo era também o de ficar com meus filhos. A gente criou uma rotina para os três, eu ligava o computador, eles abriam o caderno, a gente sentava na mesa. Isso serviu de incentivo para nós”, lembra Maria.
    Na recepção da clínica-escola da Uninassau, no bairro dos Estados, em João Pessoa, Maria Betânia trabalha diretamente com a gestão de pessoas. Betânia confessa não ter mais medo em mandar um e-mail, ou vergonha por não saber usar o computador. Manuseia o sistema computadorizado de gestão de pessoas da clínica com autoridade, segundo ela. Motivada pela profissão, Maria Betânia Oliveira quer mais, vai buscar formação na gestão em saúde na modalidade EAD.
    “Trabalhando nos serviços gerais da faculdade, via as pessoas estudando. Fui vendo pessoas que tinham mais idade do que eu, que estavam ali, se dedicando. Aquilo e a perda de uma tia que me incentivava a estudar me acenderam uma chama. Não foi fácil, mas quando a gente se dedica, tem disciplina, a gente chega”, comentou Beta, como é chamada pelos colegas.
    A história de Maria Betânia Oliveira é como a de tantas outros paraibanos que encontraram na educação a distância uma caminho para melhorar a condição de vida. Uma Maria entre 10.213 pessoas que conquistaram um diploma de curso superior na modalidade EAD no estado, entre 2009 e 2016. Uma Maria Betânia que, assim como cantou outra mais famosa, sonhou um sonho impossível e lutou quando era fácil ceder.

    Nem todas as Marias

    Fátima Maria Maia, de 65 anos, é dona de casa. Começou em 2013 o curso de licenciatura em letras com habilitação em português na Universidade Federal da Paraíba (UFPB), pioneira na modalidade EAD na Paraíba por meio do projeto Universidade Aberta do Brasil (UAB) em 2007. Problemas de saúde e de ordem pessoal fizeram com que ela perdesse a rotina de estudos, de acompanhamento das aulas, de entrega dos exercícios.
    Em 2016, Fátima teve sua matrícula desligada do curso na plataforma da UFPB Virtual. Ela lamentou a situação e elencou o corte do auxílio dos monitores, no polo do curso de letras no campus de João Pessoa, como a principal dificuldade enfrentada.
    “Se você estuda, é natural que tenha uma dúvida. Então eu aproveitava os monitores no polo para ter esse momento, porque era um curso EAD. Era o momento também para aprender a manusear melhor o sistema. Mas passei pelo corte de gastos na universidade e tiraram os monitores. Esse corte foi muito ruim para mim”, lembrou.
    Sem os monitores para prestar auxílio e diante de problemas particulares e de saúde, Fátima Maria deixou de cursar letras. Ela lamentou a situação e espera retornar ao curso em breve. Pensa em buscar por vias judiciais sua vaga, mas, por enquanto, concilia os cuidados à sua mãe idosa, com quem mora em João Pessoa, com os estudos para prestar o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).
    “Ainda tenho os livros todos, o material didático de apoio que eles [da UFPB] fornecem, todos os livros, até de latim. Os livros são maravilhosos. Infelizmente tenho enfrentado um problema de diabetes, tratamentos médicos, mas vou lutar para voltar a estudar”, afirmou.

    Crescimento versus cortes

    Na contramão do crescimento das vagas em cursos de EAD na Paraíba, a UFPB Virtual, plataforma que integra a UAB no estado, tem enfrentado sucessivos cortes de gastos. A coordenadora da UFPB Virtual, professora Renata Patrícia, explicou que problemas na falta de previsão orçamentária para custear os cursos de EAD na UFPB tem prejudicado a oferta de vagas desde 2014.
    “Ficamos com uma ‘janela’ de dois anos, entre 2014 a 2016, sem a entrada de novos alunos. De 10 mil que tínhamos em 2013, atualmente a gente tem uma faixa de 4 mil alunos, mesmo tendo passado um tempo sem ofertar novas vagas”, explicou a coordenadora da UFPB Virtual.
    As vagas nos cursos de EAD nas universidades públicas são mantidas a partir de editais abertos pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), nos quais as instituições públicas de ensino submetem projetos para receber a verba encaminhada pelo Ministério da Educação.
    A UAB, criada pelo governo federal em 2007, tem o objetivo principal de formar professores e por isso disponibiliza essencialmente cursos de licenciatura. A professora Renata Patrícia lembra que os primeiros na UFPB Virtual foram letras, matemática e pedagogia.
    “Desde o início tivemos ofertas consecutivas, isso ia crescendo, tanto é que em 2008 entraram outros três cursos, criamos o curso de inglês e libras em 2010. Permanecemos nesse cenário até 2013, quando chegamos a ter 10 mil alunos. Em 2014 eram 10 cursos de licenciatura e um de bacharelado, além das especializações”, lembra a coordenadora completando que foi a partir desse último ano que os recursos começaram a diminuir.
    Professora Renata Patrícia Jeronymo destacou a queda no orçamento dos cursos EAD nas universidades públicas da Paraíba (Foto: André Resende/G1)
    Professora Renata Patrícia Jeronymo destacou a queda no orçamento dos cursos EAD nas universidades públicas da Paraíba (Foto: André Resende/G1)
    A queda no investimento do setor público, aliado ao baixo custo de manutenção de um aluno de curso EAD, algo em torno de R$ 1.100, de acordo com a professora Renata Patrícia, explica como as instituições privadas de ensino superior engoliram as públicas em número de vagas no estado.
    Em 2007, eram 992 vagas na Paraíba, todas em universidades públicas. Em 2008, a oferta foi ampliada para 2.785, ainda todas em universidades públicas.
    As vagas em instituições particulares surgem na Paraíba apenas em 2009 e já superam as públicas. No total registrado no ano em questão, das 2.634 vagas, 1.264 eram em universidades públicas e 1.370 eram em unidades privadas de ensino. Em 2016, após dois anos de hiato na UFPB Virtual, cerca de 95% dos 8.059 vagas em cursos de EAD paraibanos eram na iniciativa privada.
    Mesmo diante da desproporção, a coordenadora da UFPB avalia o projeto como positivo, principalmente por chegar a alunos antes não alcançados pelo ensino superior. “É a forma de você educar o povo, porque a gente chega no Alto Sertão. É forma que temos de interiorizar o conhecimento. É qualificar o pessoal lá do interior para dar aula nos colégios e melhorar a educação”, comentou.

    Superando o preconceito

    A introspecção na hora do estudo e o preconceito por se tratar de uma modalidade alternativa de ensino ainda são entraves para os cursos de EAD na Paraíba. A ex-universitária Maria de Fátima Maia reclamou da solidão durante os estudos e da dificuldade no contato com alguns professores na hora de tirar dúvidas, embora as idas ao polo da UFPB Virtual tenham funcionado.
    Por sua vez, Maria Betânia Oliveira, graduada em Gestão de Recursos Humanos por EAD, afirma que o contato com o corpo docente por meio da plataforma ou por e-mail atendeu às necessidades, ainda que a distância física tenha exigido um nível maior de concentração.
    Pelo menos na UFPB, o fato da sala de aula ser uma plataforma virtual não favoreceu uma maior evasão na modalidade EAD em detrimento dos cursos presenciais. De acordo com a coordenadora da UFPB Virtual, Renata Patrícia, a evasão nas duas modalidades beira os 50% dos estudantes que ingressam na universidade. Ela identificou que o principal motivo para a evasão, independentemente da modalidade de ensino, é falta de disciplina dos estudantes.
    “Muita gente deixa de estudar para tomar conta dos afazeres domésticos, cuidar dos filhos, cuidar da casa, problemas familiares. Não consegue conciliar o trabalho com o estudos. Quem faz um curso a distância tem que se organizar. No presencial, você vai lá na sala de aula e está resolvido, mas no EAD tem que ser uma pessoa disciplinada, definir uma hora para estudar”, avaliou.
    Talvez por exigir uma responsabilidade maior do estudante, o diploma conquistado a partir de um curso feito a distância é ainda suado. Porém, por se tratar de uma forma alternativa de ensino, o que poderia ser considerado uma formação alcançada com mais esforço, acaba sofrendo um juízo de valor que coloca a qualidade dos cursos superiores de EAD abaixo dos presenciais.
    A professora Renata Patrícia Jeronymo rechaça o preconceito. Enfática, ela afirmou que na maioria das vezes o mesmo professor que dá aula no curso presencial, ministra as aulas no ambiente virtual. Da mesma forma acontece com a grade curricular.
    “Nossos cursos de EAD todos são nota 4, como o do presencial, tanto que é o mesmo diploma. Os mesmos professores que dão aula no presencial, dão aula nos cursos de EAD. A UFPB oferta da mesma forma, a diferença é que a sala da aula é em uma plataforma. O aluno assiste à aula e faz as atividades na casa dele, basta ter acesso à internet”, arrematou.

    Um futuro presente

    Para Daniel Infante, um dos diretores da Educa Insights, empresa responsável pelo monitoramento do mercado da educação no Brasil, a tendência de crescimento da educação superior por meio do EAD é tendência perene. Uma pesquisa feita pela Educa Insights divulgada no final de maio deste ano aponta que o número de universitários em cursos superiores de EAD vai superar o de estudantes em cursos presenciais em 2023.
    O aumento das matrículas em cursos de EAD na educação superior atende a dois fatores principais: maior oferta pelas instituições por causa do baixo custo de manutenção e uma maior familiarização do público-alvo, mais jovem e que tem maior intimidade com dispositivos de tecnologia.
    “O custo do aluno de EAD fica mais baixo quando tem volume, quando o número de alunos matriculados é maior. No caso do público, o que as pessoas querem saber é o custo do diploma. Já é possível perceber algumas alternativas para um ganho de competitividade no mercado da educação, uma maior digitalização dos cursos, mas isso ainda não tem uma validade nos cursos de graduação”, comentou.
    No caso da Saint Paul, instituição especializada em cursos de graduação e pós-graduação na modalidade de ensino a distância, voltados para o ramo de negócios, uma nova possibilidade é a do estudo feito no que eles consideram micro-momentos. A iniciativa prevê que, com auxílio dos dispositivos móveis, os alunos matriculados podem estudar várias vezes durante a rotina diária, sem ter necessariamente que dedicar um período longo do dia somente para acessar a plataforma.
    O diretor acadêmico de pesquisas e de inteligência artificial da Saint Paul Escola de Negócios, Adriano Mussa, explica que esse novo entendimento, batizado de ONLearning, é um processo de aprendizagem sempre ativo, podendo ser um ensino mais orgânico, fluido e constante.
    “Se temos 10 minutos de espera numa sala de espera de um consultório médico, por que não aproveitar esse tempo para aprender algo? E, mais importante, por que esse aprendizado não pode ser parte de uma formação, de uma certificação? O problema hoje é que a maioria das ferramentas de EAD convencionais não foi organizada para isso”, exemplifica.
    A possibilidade de um ensino contínuo, mais moderno, ainda é tímida na formação em EAD. Porém, é uma realidade o aumento da utilização dessa plataforma nos cursos presenciais, com a promoção da hibridização dos cursos a distância e presenciais.
    O decreto 9.057 de 2017 do governo federal, que reformou a lei que regulamenta as diretrizes e bases da educação nacional, permitiu que até 20% da carga horária dos cursos presenciais sejam feitas em plataformas de EAD.
    Daniel Infante, diretor da Educa Insights, avalia essa iniciativa como positiva e prevê uma expansão da hibridização. “Em alguns casos essa hibridização pode ser até de 30%. Em casos de CPC [Conceito Preliminar de Curso] 4, esse percentual pode chegar a 40%. É positivo, mas é um avanço que não deve acontecer na velocidade que deveria”, comentou.
    Na Paraíba, a perspectiva é de que a UFPB comece a hibridização no prazo de um ano, conforme estimou Renata Patrícia Jeronymo, coordenadora da UFPB Virtual. Ela destaca que a implantação vai demorar um pouco mais que a iniciativa privada, por um questão burocrática inerente ao setor público.
    “Isso precisa ser aprovado antes nos conselhos superiores, mas a UFPB está pleiteando que os cursos presenciais usem 20% da carga horária a distância. Se a gente entender que a EAD é uma solução, podemos até alternar com o presencial e diminuir a evasão e a retenção”, completou a professora da UFPB.
    Acompanhando esse crescimento, o Ministério da Educação (MEC), por meio de decretos, a exemplo do 9.057/2017, desburocratiza a instalação de novos polos de EAD.
    Na Paraíba, por exemplo, os polos EAD passaram de cinco em 2007, todos públicos, para 77 polos em 2016, sendo 40 deles em instituições privadas de ensino.
    Em nota enviada ao G1, o MEC informou que a ideia do decreto foi de justamente democratizar os polos EAD, que, anteriormente, por conta da legislação, estavam concentrados em poucos estados e em poucas mantenedoras, dificultando a competição entre as instituições. “O MEC acredita na educação a distância como modalidade inclusiva e que propicia a inserção de tecnologia e novas ferramentas de aprendizagem”, afirmou o MEC, em nota.
    Ainda de acordo com o MEC, a nova legislação aprimorou os padrões decisórios, melhorou a gestão e a eficiência na análise processual do setor responsável. O aumento de polos EAD está atrelado à pontuação da qualidade institucional.
    À medida que expande as possibilidades, o MEC informou que aumentou também o rigor na fiscalização dos cursos, intensificado ainda mais com o Programa Nacional de Supervisão, que deve ser lançado em 2018. “O MEC acredita na educação a distância como modalidade inclusiva e que propicia a inserção de tecnologia e novas ferramentas de aprendizagem”, explicou a nota.
    G1

    Livro “Se é público é para todos” será lançado nesta segunda-feira em João Pessoa

    O evento de lançamento do livro será iniciado às 19h na sede do Sindicato dos Bancários da Paraíba, localizada na avenida Ministro José Américo de Almeida, 3100, em Tambauzinho, João Pessoa. ​

    Em meio à onda de privatização que ameaça as empresas públicas do país, será lançado nesta segunda-feira (18) a obra “Se é público, é para todos” , uma coletânea de textos organizados pelo sociólogo Emir Sader que traz reflexões sobre serviços, bens e empresas públicos, entre os quais a Caixa e a Petrobras possuem destaque. O livro também traz um resgate histórico sobre o banco centenário, composto por textos e fotografias.
    O lançamento contará com a presença de Rita Serrano, que é autora deO lançamento contará com a presença de Rita Serrano, que é autora de “Caixa, banco dos brasileiros” e assina capítulo sobre a instituição em “Se é público, é para todos”. Rita é a representante dos empregados no Conselho de Administração do banco e também coordena o Comitê Nacional em Defesa das Empresas Públicas.
    Para ela, a população deve ficar atenta a precarização e fechamento de agências que vem ocorrendo no país com as reestruturações e o desmonte dos bancos públicos. “A Caixa é uma empresa centenária que deve continuar pública e a serviço dos brasileiros. Nesse momento, o risco de privatização é grande, torna-se fundamental conhecer o passado para fortalecer nossa luta presente”, explicou Rita.
    O evento de lançamento do livro será iniciado às 19h na sede do Sindicato dos Bancários da Paraíba, localizada na avenida Ministro José Américo de Almeida, 3100, em Tambauzinho, João Pessoa.


    Fonte:Click PB

    PB: Seleções e concursos abertos oferecem mais de 230 vagas de emprego

    PB: Seleções e concursos abertos oferecem mais de 230 vagas de emprego
    reze editais de concursos e seleções na Paraíba, com vagas de emprego para a prefeitura, para o Iphan e para Universidade Federal de Campina Grande, oferecem 236 oportunidades em cargos de todos os níveis de escolaridade entre esta segunda-feira (18) e o domingo (24). Confira.
    Concursos para professor da UFCG

    A Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) oferece 11 vagas para contratação de professor em vários campi na instituição. A maior parte dos editais inscreve até esta segunda-feira (18), mas outras têm prazo variáveis.

    Na área de engenharia de alimentos - modelagem e matemática aplicada, no campus sede, em Campina Grande, tem uma vaga para professor visitante. Na área de agronomia, no campus de Pombal, são duas vagas.

    O vencimento básico de professor visitante é equivalente ao de professor adjunto-A com regime de dedicação exclusiva, que corresponde atualmente a R$ 4.455,22. As contratações serão feitas por tempo determinado, observado o prazo máximo de um ano, renovável por igual período.

    A insitituição ainda oferece uma vaga para professor visitante na área de medicina veterinária, uma para área de física, uma para área de ciências biológicas e uma para área de educação e saúde. Mas essas áreas, as inscrições também continuam até o dia 18 de junho.

    Também há um edital com uma vaga para a área de engenharia agrícola do centro de tecnologia e recursos naturais, da UFCG, com prazo até esta segunda, um para a área de filosofia, no campus de Sumé, uma para tecnologia da informação e comunicação educacional no campus-sede e outra para imunologia em Campina Grande.

    As inscrições podem ser feitas presencialmente ou por e-mail, através do envio da documentação listada em cada edital. Não será cobrada taxa de inscrição.

    Concurso do Iphan
    O edital do concurso público do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) tem cinco vagas em cargos de nível médio e superior na Paraíba. No total, são oferecidas 411 vagas em todo o país. Na Paraíba, as vagas são para a sede do Iphan, em João Pessoa e para o escritório técnico do órgão na cidade de Areia. O edital não especifica para qual cidade se destina os cargos disponíveis.
    Veja o edital do concurso do Iphan.

    Seleção da Prefeitura de Patos
    A Prefeitura de Patos, no Sertão, publicou edital de uma seleção com 189 vagas de emprego. De acordo com o edital, disponível no site da prefeitura, as vagas são para as secretarias de saúde, educação e desenvolvimento social. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas entre os dias 25 e 29 de junho, das 8h às 14h, na sede do Samu de Patos, localizada à Avenida Lima Campos, SN, São Sebastião.
    Confira o edital da seleção da prefeitura de Patos.

    Concurso da prefeitura de Santo André
    Foi prorrogado para até 1º de julho o prazo de inscrições no concurso da Prefeitura de Santo André, que ampliou para 31 o número de vagas. A taxa de inscrição custa R$ 80 para cargos de nível fundamental, R$ 100 para os níveis médio e técnico e R$ 120 para nível superior e as inscrições devem ser feitas no site da organizadora.


    PB Agora

    Se pudessem, 62% dos jovens deixariam o país, diz Datafolha

    Se pudessem, 62% dos jovens deixariam o país, diz Datafolha
    Pesquisa Datafolha indica que 62% dos jovens entre 16 e 24 anos mudariam de país se pudessem. O percentual equivale a 19 milhões de pessoas, a mesma população de Minas Gerais. Reportagem publicada pela Folha de S.Paulo mostra que o grau de insatisfação com o país é grande não só entre jovens, mas também entre a população adulta e as classes A e B.
    De acordo com o levantamento, o êxodo também é desejo de 43% da população adulta, o que representa cerca de 70 milhões de brasileiros com mais de 16 anos. Segundo a Folha, é crescente o número de brasileiros que têm se movimentado para deixar o país. O total de vistos para imigrantes brasileiros nos Estados Unidos dobrou, de 2008, ano da crise global, para 2017.
    Também cresceram os pedidos de cidadania portuguesa. No consulado de São Paulo, houve 50 mil concessões desde 2016. No mesmo período, dobrou o número de vistos para estudantes, empreendedores e aposentados que pretendem fixar residência em Portugal. Para o professor de economia Flavio Comin, da Universidade Ramon Llull, de Barcelona, fatores de sucesso e fracasso explicam essa movimentação.
    Um deles é que hoje é mais fácil se mudar: “Na internet dá para ver a rua onde se pretende morar, a sala do apartamento que se quer alugar”. Por outro lado, há também grande frustração. “O Brasil de 2010 promoveu as expectativas de que nosso país seria diferente. O tombo foi maior quando se descobriu que não estávamos tão bem quanto se dizia.”
    A pesquisa Datafolha mostra que os jovens não são os únicos insatisfeitos com o país: 56% dos que têm ensino superior e 51% dos integrantes das classes A e B gostariam de deixar o Brasil para viver no exterior. Entre os principais destinos estão os Estados Unidos, Portugal, Canadá e Espanha.

    Pb Agora com Congresso em Foco

    Brasil joga mal e empata em estreia na Copa da Rússia.


    A Seleção Brasileira jogou mal e apenas empatou com a Suíça por 1 a 1, pela primeira rodada do grupo E da Copa do Mundo. O Brasil fez um bom primeiro tempo, quando abriu o placar com Philippe Coutinho que fez um golaço de fora da área. No entanto, sofreu um gol logo no início do segundo tempo e não teve volume de jogo suficiente para chegar ao segundo gol.

    Apesar do segundo tempo ruim do Brasil, o árbitro mexicano César Ramos foi determinante para o resultado. Ele não marcou uma falta em Miranda no lance do gol.

    Neymar também não esteve bem no jogo e sofreu várias faltas.

    O jogo

    O primeiro ataque foi da Suíça, aos 3 minutos. Após cruzamento na área, Dzemaili finalizou por cima do gol, sem perigo. Aos 10 minutos, veio a resposta do Brasil. Após troca de passes na entrada da área, Paulinho recebeu de Neymar e tocou para o gol. A bola passou raspando pela trave direita. Aos 16 minutos, o Brasil chegou bem mais uma vez. Coutinho tocou para Gabriel Jesus no lado esquerdo. O atacante brasileiro passou para o meio da área, mas o goleiro Sommer defendeu.

    Aos 19 minutos, veio o gol brasileiro, e um golaço. Philippe Coutinho pegou a sobra de bola no lado esquerdo e chutou de fora da área. A bola fez uma curva, bateu na trave esquerda de Sommer e morreu no fundo da rede.

    Depois do gol, a Suíça passou a atacar mais e ter o domínio da bola. Ao Brasil restava os contra-ataques em roubadas de bola. No final do primeiro tempo, o Brasil chegou de novo com perigo em uma cobrança de escanteio. Thiago Silva cabeceou por cima do gol.

    Segundo tempo

    Aos 4 minutos do segundo tempo, em uma cobrança de escanteio, Zuber cabeceou livre para empatar o jogo. Os jogadores brasileiros reclamaram de um empurrão de Zuber em Miranda, mas o árbitro mexicano ignorou os protestos.

    Aos 12 minutos, o Brasil chegou com perigo. Neymar driblou na pequena área, mas chutou prensado e a bola saiu a escanteio. A Seleção Brasileira ficou visivelmente nervosa após o gol sofrido. Philippe Coutinho, Neymar e Gabriel Jesus estavam discretos em campo. Só aos 24 minutos o Brasil chegou com perigo novamente. Neymar deu um bom passe para Coutinho, que driblou o defensor, mas bateu mal para gol.

    Aos 28 minutos, Gabriel Jesus recebeu na área, mas não conseguiu finalizar. Ele caiu na área pedindo pênalti, mas o juiz não marcou. Aos 42 minutos, outra chance: Neymar aproveitou cruzamento na área, mas cabeceou no meio do gol, para defesa fácil de Sommer. Aos 44, quase o segundo gol do Brasil. Em bola alçada na área, Firmino quase marcou de cabeça, mas o goleiro defendeu.

    No último minuto de jogo, o Brasil tentou pressionar, mas sem organização.

    Com o empate, Brasil e Suíça estão em segundo lugar no grupo com um ponto cada. A Sérvia, que venceu a Costa Rica por 1 a 0 no primeiro jogo do dia, é a líder do grupo E, com três pontos. O Brasil enfrenta os costarriquenhos na próxima rodada, na sexta-feira (22), às 9h.


    Agência Brasil